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quarta-feira, 23 de fevereiro de 2011

NOTICIÁRIO INTERNACIONAL

SOCORRO É INTERROMPIDO NA NOVA ZELÂNDIA

As equipes de salvamento na Nova Zelândia abandonaram nesta quarta-feira as tentativas de resgatar cerca de 100 pessoas presas debaixo dos escombros de um edifício, sede da emissora local CTV, que desmoronou após o tremor de 6,3 graus de magnitude na escala Richter que atingiu Christchurch ontem. Fontes das equipes de resgate, citados pela agencia EFE, explicaram que seria um risco continuar a operação e desencorajaram a esperança por sobreviventes.

Entre as pessoas presas sob os escombros na sede da emissora local CTV há cerca de 20 estudantes japoneses que participavam de um programa de intercâmbio e um número indeterminado de jornalistas e policiais que tentaram evacuar as instalações depois do terremoto. Os socorristas indicaram que não detectaram nenhum sinal de vida sob os escombros ao inspecioná-los com microfones de alta potência e pequenas câmeras de vídeo.

Nesta quarta-feira, uma mulher conhecida como Ann foi resgatada após permanecer quase 26 horas presa sob uma mesa em um complexo de escritórios que desmoronou após o tremor.

O achado de Ann dá esperanças às famílias das cerca de 300 pessoas que seguem desaparecidas após.

O primeiro-ministro da Nova Zelândia, John Key, declarou estado de emergência nacional pela tragédia, enquanto a Polícia impôs o toque de recolher para evitar saques durante a noite. Os serviços de emergência trabalham contra o relógio para encontrar sobreviventes e acreditam que o número de mortos aumentará nas próximas horas.

Brasil estuda retirada de brasileiros pelo mar do Líbano

O Ministério das Relações Exteriores (Itamaraty) afirmou que está descartada a opção de retirar os brasileiros que estão na Líbia por via aérea, por conta de problemas na pista do aeroporto de Benghazi. Está sendo negociada, agora, uma saída marítima para retirar o grupo de 130 brasileiros fechados desde a semana passada em uma casa e em um hotel da cidade líbia.

Segundo a assessoria de imprensa do Itamaraty, o embaixador brasileiro na Líbia está em constante contato com os trabalhadores de quatro empresas brasileiras: a Queiroz Galvão, Petrobrás, Odebrecht e Andrade Gutierrez.

É estimado que em todo o país existam entre 500 a 600 brasileiros, 90 % deles funcionários das companhias citadas acima. A assessoria de imprensa não soube estimar o número de brasileiros residentes na Líbia, que não estão lá a trabalho, porém informa que a quantidade é bastante reduzida.

Em nota, a Queiroz Galvão, que possui 123 trabalhadores em Benghazi - considerada a cidade de maior risco -, informa que está tomando "as medidas necessárias para que esses possam ser transferidos, em segurança".


 

O líder Muammar Gaddafi completou 41 anos no comando da Líbia no último 16 de janeiro, mesmo mês em que os governos do norte da África e do Oriente Médio se sacudiram ao ver a queda do ditador Zine el Abidine ben Ali, da Tunísia, que estava há 23 anos no posto. Um mês depois, houve a confirmação de que algo importante ocorria na região, com a queda de Hosni Mubarak, que controlava o Egito há quase 30 anos.


 

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