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quinta-feira, 24 de fevereiro de 2011

NOTICIÁRIO NACIONAL

Nordestino afirma que foi espancado perto da avenida Paulista

Um empresário de 59 anos afirma que foi espancado na madrugada do último domingo na região da avenida Paulista por ao menos seis jovens que ele diz não conhecer. Segundo a vítima, as agressões aconteceram porque ele é nordestino. A vítima, o maranhense João Batista Reis Freitas, diz que foi agredido quando passava a pé pelo cruzamento da rua da Consolação com a alameda Santos.

"Não tentaram me roubar nem me disseram nada antes das agressões. Simplesmente começaram a me bater sem nenhum motivo."

Desde novembro do ano passado, a região da avenida Paulista tem sido palco de várias agressões contra pedestres. Quatro jovens foram detidos em uma unidade da Fundação Casa (ex-Febem) por agredirem três pessoas.

Fonte: Folha online

Funkeira Verônica Costa é acusada de tortura pelo marido no Rio

O marido da ex-vereadora e funkeira Verônica Costa está internado no CTI (Centro de Tratamento Intensivo) do Hospital Pasteur, no Méier, na zona norte do Rio. Márcio Giovani Costa está com queimaduras de segundo grau.


 

Ele afirmou que, por causa de suspeita da família de que estaria traindo Verônica, teve as mãos amarradas e olhos vendados. Disse ainda que jogaram produto químico nos seus olhos e no corpo.


 

No entanto, Verônica Costa, conhecida também como "Mãe Loura do Funk", afirma que o marido já apareceu com ferimentos na casa onde moram. Segundo a ex-vereadora, Márcio teria criado a história de tortura após ela se recusar a dar R$ 100 mil.


 

Três empreiteiros são presos em SP acusados de escravidão

Três empreiteiros foram presos na terça-feira (22) em Campinas, acusados de manter 27 trabalhadores em condição análoga à escravidão.

Os trabalhadores, oriundos do Maranhão, estavam em Campinas desde o último domingo para trabalhar na construção de um loteamento de casas populares.


 

Eles haviam sido aliciados na cidade de Gonçalves Dias, com a promessa de que receberiam o pagamento em Campinas. Para poder embarcar, cada um teve de pagar R$ 230 pela viagem em um ônibus clandestino.

O grupo foi localizado por agentes da Guarda Municipal de Campinas após uma denúncia anônima, nas instalações de uma panificadora abandonada, no bairro Jardim Florence I.


 

Os trabalhadores recebiam apenas uma refeição por dia, estavam sem água tratada e dividam apenas um banheiro. Muitos dormiam no chão.

O proprietário, o gerente e um mestre de obras da empreiteira FKRJ foram presos pela Polícia Federal. Eles irão responder pelo artigo 149 do Código Penal (Redução a Condição Análoga a de Escravo), com pena de 2 a 8 anos de reclusão e multa. A empresa que contratou a FKRJ também pode ser responsabilizada.


 

Polícia prende suspeito de manter a filha em cárcere no MA


 

A Polícia Militar do Maranhão prendeu na noite de terça-feira (22) um homem suspeito de manter a filha em cárcere privado por 12 anos e ter dois filhos com ela.

O suspeito, de 50 anos, estava na casa onde morava com a filha, de 26 anos, e uma criança apontada como sua "filha-neta", de cinco anos, no povoado Vassoura de Botão, em Pirapemas (MA). Segundo a Polícia Civil, ele confessou o crime e não resistiu à prisão.

O delegado que investiga o caso, Leonardo Diniz, contou que a jovem foi abandonada pela mãe quando tinha 11 anos. Outros três filhos da mulher também foram deixados, mas a partir dos 14 ela ficou só com o pai e passou a ser proibida de sair. Aos 21, teve a primeira filha com o pai. A segunda, de dois meses, foi doada a uma família de um município próximo.

De acordo com o delegado, a jovem foi encaminhada para a assistência social de Pirapemas junto com a filha mais velha. O pais delas está na Delegacia Regional de Itapecuru Mirim (197 Km de São Luiz) sob custódia e, quando indiciado, deve ser encaminhado para São Luiz. Ele deve responder pelos crimes de cárcere privado e estupro de vulnerável.

No início do mês, um outro homem acusado de manter a filha em cárcere privado por 13 anos foi assassinado em uma rebelião no município de Pinheiro, também no Maranhão.

Condenado a 63 anos de prisão por estupro de duas filhas, com quem teve oito "filhos-netos", e ato libidinoso contra duas dessas "filhas-netas", o lavrador José Agostinho Bispo Pereira, 55, estava preso desde o dia 8 de junho de 2010.


 

Justiça reconhece pensão a companheiro homossexual de militar

A Justiça Federal deu ao companheiro homossexual de um capitão do Exército morto em 1999 o direito a parte da pensão do militar.

O bancário aposentado José Américo Grippi, 66, de Juiz de Fora (MG), terá direito ao benefício do militar Darci Teixeira Dutra. Eles viveram em união estável por 35 anos, disse a defesa de Grippi. O aposentado fez o pedido em 2008, solicitando o direito a 50% da pensão que antes era dividida entre duas irmãs solteiras do capitão.

Segundo a sentença do juiz Renato Grizzoti Júnior, da 2ª Vara Federal de Juiz de Fora, Grippi mudou de ideia e propôs dividir o valor igualmente entre os três, o que foi aceito pelas irmãs do morto.

A União aceitou o acordo com a condição de que não houvesse aumento de despesas para os cofres públicos.

A 2ª Vara Federal informou que todas as partes abriram mão do direito de recorrer da decisão.

De acordo com Julimar Pironi, advogada de Grippi, o aposentado pediu a pensão motivado por uma decisão judicial anterior, que lhe deu direito a metade do patrimônio do militar. A defensora contou que os dois moravam juntos e tinham sítio, apartamento, casa e carros.

Eles começaram a namorar quando Grippi tinha cerca de 20 anos. Dutra era dez anos mais velho.

"Tenho certeza de que isso é uma porta aberta para as pessoas que querem pleitear esse direito", disse Pironi

Mulheres dividem cadeia superlotada com homens no interior do TO

Com o número de detentos seis vezes maior que a capacidade da unidade, mulheres são obrigadas a dividir espaço com homens na cadeia pública de Alvorada (336 km de Palmas), no sul do Tocantins.

Integrantes do Ministério Público do Estado flagraram na tarde dessa terça-feira (22) quatro detentas na unidade, que abriga 22 presos --a capacidade é para quatro homens.

De acordo com o promotor Adriano Romero, as mulheres presas sob acusação de tráfico de drogas ficam numa cela ao lado da carceragem onde permanecem os homens. Porém, em horários do banho de sol, durante o dia elas ficam no corredor da unidade.

Durante a visita de rotina nesta terça-feira, o promotor disse ter ouvido relatos das mulheres de assédios cometidos pelos detentos.

Para o promotor, apesar de não ocorrer o contato direto com os homens, a presença das mulheres na cadeia traz riscos de segurança na unidade. "Todos sabemos que não se pode misturar homens e mulheres numa prisão, não é o recomendado por questões de segurança e até sociais", disse.

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