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quinta-feira, 23 de novembro de 2017

Governador diz que pediu ao Papa a Beatificação da Menina Benigna

Depois de omitir, em suas primeiras declarações oficiais, ter tratado com o Papa Francisco sobre o processo de beatificação da menina Benigna, o governador do Ceará, Camilo Santana, ao comentar o encontro com o sumo pontífice ocorrido ontem no vaticano, declarou que pediu sim, ao Papa, "a beatificação da mártir benigna". 

Esta foi a forma encontrada pelo governador cearense para procurar corrigir a desfeita cometida para com os fiéis da heroína da castidade que foi colocada em segundo plano na visita ao papa. Antes da viajem a prefeita de Santana do Cariri, Daniele Machado, havia entregue ao governador um kit contendo uma imagem e um livro contando a história do martírio da jovem santanense que é considerada por muitos católicos uma santa e que, inclusive, já tem um processo de beatificação aberto no vaticano. Um posicionamento oficial do chefe do governo estadual poderia, em tese, ajudar no encaminhamento junto a Congregação para a Causa dos Santos. No entanto, os presentes não foram entregues pelo governador. 

Camilo Santana conta na mesma postagem que entregou ao Papa uma replica da imagem do Padre Cícero e de Jesus Cristo Crucificado e pediu ainda um autografo do papa na cópia da bandeira do estado do Ceará.  

veja a manifestação do governador no instagram






Quem foi Benigna Cardoso da Silva


Nascida em 1928, em Santana do Cariri e lá assassinada – no dia 24 de outubro de 1941 – Benigna viveu apenas 13 anos e 9 dias e findou sua existência terrena, ferida mortalmente, vítima de uma tentativa de violência sexual, à qual resistiu bravamente, para preservar sua virgindade. Foi uma vida breve, permeada pela amizade com Jesus, vivida em meio à pobreza, orfandade, trabalhos domésticos, gestos simples e solidários. Uma verdadeira santidade leiga, na qual realizou fielmente o projeto e a Palavra do Deus Pai.

Na simplicidade da existência de Benigna, Deus a preparava para sua santificação, com os eventos simples do meio onde vivia. E assim a chamou, talvez para servir como exemplo de uma mocinha pura e sem maldade. Como se quisesse fazer dela um modelo para as gerações futuras, as quais, em grande parte – nos dias atuais – estão imersas no indiferentismo religioso, no hedonismo, na imoralidade, na impudicícia, nas drogas e em tantos outros males presentes na sociedade hodierna.
                                                                                         
                                                                                            Fonte: http://jovembenigna.blogspot.com.br

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