[Ceará] Governador manda fechar por 10 dias os bares, restaurantes, igrejas, shoppings centers,acesso a praias e balneários dentre outros estabelecimentos comerciais

Ranilson Silva | 18:33 |

Segunda-feira, 19 de março de 2020

A decisão começa a partir de amanhã (20) e vai até o dia 29 de março. Com isso, bares, feiras livres, restaurantes, lanchonetes, templos, igrejas, barracas de praia, shoppings centers, museus, cinemas e academias devem permanecer fechados.

O número de casos confirmados do novo coronavírus no Ceará subiu para 24. Já o número de casos sob investigação subiu de 259 para 766 entre esta quarta e quinta-feiras. Já foram descartadas 118 notificações desde o surgimento da doença no estado, no fim de janeiro. Os números são do boletim da Secretaria da Saúde (Sesa) divulgado nesta quinta-feira (19).

Transporte

Os serviços de transporte intermunicipais também ficam interrompidos, de acordo com Camilo, a partir da segunda-feira (23).

Outra medida informada pelo governador foi a prorrogação do ponto facultativo, para servidores públicos, até o dia 27 de março. Os serviços de metrô ficam suspensos em Fortaleza e no interior do estado.

A medida, a mais dura tomada desde o inicio da crise provocada pelo coronavírus, foi anunciada agora a pouco em suas redes sociais pelo governador Camilo Santana.

"Sei que essas decisões têm repercussões econômicas, mas a nossa prioridade neste momento é preservar vidas", frisou Camilo, durante transmissão ao vivo, em redes sociais, na tarde desta quinta-feira (19).

Conforme a decisão, os estabelecimentos comerciais deverão ficar fechados até o dia 29. Os serviços rodoviários intermunicipais param de circular a partir da zero hora de segunda-feira "para evitar a transmissao do vírus entre os municipios", conforme o governador. Já o ponto facultativo de servidores estaduais será prorrogado até o dia 27 - exceto para serviços nas áreas de saúde, segurança, gás, energia - "os serviços básicos para a população serão mantidos", frisou Camilo.

O bloqueio das divisas com os estados vizinhos, segundo Camilo, é para evitar a entrada de pessoas contaminadas, além de produtos e cargas.

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